O que se faz quando,
Envenenado por um amor
Misturado com um ódio que
Faz sentir desde o prazer intenso,
Até o espasmo da morte?
A intolerância de ser acostumado
A viver intensamente apaixonado
Lhe reserva o coração
Predestinado a sangrar
Em um quarto vazio e frio
Portas fechadas escondem pensamentos cegos
Que podem levar à loucura em um minuto
Basta fechar os olhos
E o normal se transforma em absurdo
Paixão é droga, é talvez um vírus
Contagioso através do olhar
E viciante pelo gosto mentiroso, e efeito alucinógeno
Que afeta a consciência e o coração
Um coração que sangrará
Até parar de bater
Por alguém que não te quer
Até parar de bater....
segunda-feira, 2 de março de 2009
domingo, 8 de fevereiro de 2009
A Arte de Ser Poeta
Se o mundo foi feito em apenas sete dias
Como pode o Homem viver anos e anos
E nunca estar pronto?
Sempre digo que não me arrependo
Do que deixei de fazer
Mas sim daquilo que fiz
Mas o que sinto é diferente do que digo
Dentro de mim reside um ser
Implacável em seu julgamento
Que sempre me joga na cara
Sem a menor cerimônia
Que eu erro demais
Que eu sou fraco
E que eu ainda tenho muito a aprender
E esta sensação de fracasso
De que eu poderia ter sido melhor
Corrói-me
E essa necessidade de provar
Para mim e para os outros
Que eu de hoje é melhor do que o de ontem?
Cobram-me isso, embora ninguém verbalize
Eu sei que é o que eles esperam
Os fantasmas me sopram aos ouvidos
Assombram-me
Alguns arriscam indicar uma direção
Mostrar o caminho que devo seguir
Mas esse caminho é correto, justo e perfeito
E um ser inacabado como eu
Por ali não pode andar.
Como pode o Homem viver anos e anos
E nunca estar pronto?
Sempre digo que não me arrependo
Do que deixei de fazer
Mas sim daquilo que fiz
Mas o que sinto é diferente do que digo
Dentro de mim reside um ser
Implacável em seu julgamento
Que sempre me joga na cara
Sem a menor cerimônia
Que eu erro demais
Que eu sou fraco
E que eu ainda tenho muito a aprender
E esta sensação de fracasso
De que eu poderia ter sido melhor
Corrói-me
E essa necessidade de provar
Para mim e para os outros
Que eu de hoje é melhor do que o de ontem?
Cobram-me isso, embora ninguém verbalize
Eu sei que é o que eles esperam
Os fantasmas me sopram aos ouvidos
Assombram-me
Alguns arriscam indicar uma direção
Mostrar o caminho que devo seguir
Mas esse caminho é correto, justo e perfeito
E um ser inacabado como eu
Por ali não pode andar.
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